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| Imagem: Internet |
A diversidade brasileira faz com que cada região do país tenha um hábito alimentar específico em relação as demais. Mas esse comportamento está mudando: dietas de comunidades da Amazônia, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil que costumam ser compostas de alimentos produzidos localmente estão ficando próximas da alimentação consumida pela população dos grandes centros urbanos do país.
Os estudos foram conduzidos pelo Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA) com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e tiveram início em 2002 com a professora da Universidade de Brasília (UnB), Gabriela Bielefeld, durante seu doutorado. Na época, Bielefeld notou as diferenças alimentares em regiões rurais e urbanas.
Entre 2007 e 2010, pesquisadores da FAPESP retomaram os estudos de forma mais detalhada para averiguar se os hábitos se mantinham e constataram um padrão homogêneo dos produtos consumidos que foi chamado de “dieta do supermercado”.
Um dos fatores apontados para a mudança foi o acesso das comunidades ribeirinhas a energia elétrica e diesel para abastecimento de barcos. Populações sem alcance a estradas e que estão em regiões de difícil acesso mantiveram sua dieta baseada em alimentos locais.
Saiba mais sobre os estudos clicando aqui.
Fonte: Agência Fapesp

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