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Saiba como se proteger contra o Sarampo

Considerado como erradicado no Brasil pela Organização Mundial de Saúde em 2016, o sarampo voltou a aparecer no país e tem aumentado nos últimos meses.
Casos (suspeitos ou confirmados) foram registrados em Rondônia, Amazonas, Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul.
O Ministério da Saúde afirma que todos os casos serão controlados, mas ressalta que o aumento das taxas de vacinação é muito importante para a garantia do controle da doença.
Vacinação é a melhor prevenção - Imagem: Internet
Mas o que é o Sarampo?
É uma doença infecciosa aguda, viral, transmissível, extremamente contagiosa e muito comum na infância.

Como o Sarampo é transmitido?
A doença é transmitida diretamente, de pessoa para pessoa, geralmente por tosse, espirros, fala ou respiração, por isso a facilidade da doença.
Além de secreções respiratórias ou da boca, é possível a contaminação por meio da dispersão de gotículas com partículas virais no ar, que podem durar muito tempo, principalmente se estiverem em ambientes fechados.
Também é transmitida quando a pessoa apresenta febre alta, mal-estar, coriza, irritação ocular, tosse e falta de apetite, podendo durar até quatro dias após o aparecimento das manchas vermelhas.

Quais os sintomas?
Febre acompanhada de tosse persistente, irritação ocular, coriza e congestão nasal e mal estar intenso. Após o surgimento desses sintomas, surgem manchas vermelhas no rosto que progridem para os pés e duram, no mínimo, três dias.
O sarampo pode ser grave e prejudicar o sistema nervoso central, ocasionando outras doenças como a pneumonia e levando à óbito. Desnutridos, recém-nascidos, gestantes e portadores de imunodeficiências são os mais prejudicados.

Como prevenir?
A única forma ainda de prevenção é por meio da vacinação. Os principais grupos de risco são as pessoas de seis meses a 39 anos de idade.
As crianças devem tomar duas doses da vacina combinada contra rubéola, sarampo e caxumba (tríplice viral): a primeira, com um ano de idade; a segunda dose, entre quatro e seis anos. Os adolescentes, adultos (homens e mulheres) e, principalmente, no contexto atual do risco de importação de casos, os pertencentes ao grupo de risco, também devem tomar a vacina tríplice viral ou dupla viral (contra sarampo e rubéola).

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