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| Imagem: Wikipedia |
Para crescer saudável, toda vegetação retira do solo nutrientes que passam a fazer parte da sua composição. Com a colheita das plantações, o solo vai empobrecendo e é preciso enriquecê-lo para que continue útil para cultivo. Esse enriquecimento é feito por meio da adubação. Os adubos podem ser orgânicos ou inorgânicos. Conheça aqui as características dos dois tipos.
Adubos orgânicos: formados por matéria de origem animal e vegetal.
Prós: não causam danos ambientais;
Contra: podem contaminar o solo se houver agente infeccioso nas fezes dos animais.
Adubos inorgânicos: obtidos a partir de extração mineral ou refino de petróleo.
Prós: possui a quantidade necessária de nutrientes para cada plantação e é caracterizado pela possibilidade de produção caseira.
Contra: o uso excessivo desse tipo pode causar danos a terra ao longo do tempo, tornando-a improdutiva e causando danos ao ecossistema.
Ambas as formas precisam ter suas quantidades dosadas para cada tipo de solo e planta para que não os intoxiquem. Os adubos podem ser líquidos, em pó ou granulados. A forma líquida é absorvida mais rapidamente pela planta e requer sua reaplicação em um curto espaço de tempo. Os adubos granulares ou em pó necessitam ser aplicados com água e levam mais tempo para a adubagem.
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) desenvolveu uma tecnologia de produção de adubos orgânicos com origem 100% vegetal e disponibilizou o método em um passo a passo por vídeo publicado no canal da empresa no Youtube. Nele são apresentadas as matérias-primas que podem compor a adubação, as proporções dos materiais, além do tempo indicado para cada etapa, entre outras dicas.
Além da compostagem, método muito comum em regiões urbanas, há outras opções de adubos orgânicos disponíveis:
- urtigas;
- crustáceos;
- restos de peixe;
- borras de café;
- grama;
- consolidas;
- cascas de ovos;
- cinzas de madeira;
- esterco animal;
A adubagem pode ser mais simples do que parece, não perca a oportunidade de cuidar bem da sua plantação.

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