Nesta quinta-feira, São Paulo homenageia aquelas milhares de
pessoas que vieram de muito longe para ajudar a construir a maior cidade do
país: os nordestinos.
Animada com a ideia de conquistar melhores condições de
vida, parte da população do nordeste começou a migrar para São Paulo na década
de 1930. Com o desenvolvimento econômico a todo vapor, ainda mais imigrantes vieram para o solo
paulistano.
Entre as tantas famílias que embarcaram nesta viagem estava a da alagoana Joselice dos Santos Gomes. Dona Jo, como é conhecida na CEAGESP, chegou ainda moça em São Paulo - nove meses após o casamento, ela e o marido vieram para a capital paulista em busca de sorte. Chegaram há 40 anos, e desde então dona Jo só voltou duas vezes para visitar a litorânea Coruripe, sua terra natal.
Dona Jo, que há 17 anos trabalha como copeira na CEAGESP, acabou se acostumando com a rotina da capital. “Lá, a gente trabalha no que é da gente né, na roça... Aqui a gente cumpre horário, é outra coisa”, reflete. Ainda assim, não pretende trocar a agitação paulistana pelo sossego do litoral alagoano.
Alguns anos mais tarde, Antônio Firmino Rodrigues, piauiense da região de Picos, também colocou São Paulo na trilha de seu destino. Recém-chegado à capital paulista, trabalhou durante cinco meses como servente de pedreiro até ingressar na CEAGESP, em dezembro de 1982, onde trabalha desde então.
Toninho, como é chamado por aqui, mantém hoje uma banca de produtos nordestinos dentro do Sindicato dos Carregadores, procurada principalmente por conterrâneos em busca dos sabores de casa. Tal como dona Jo, Toninho encontrou na CEAGESP um cantinho do nordeste no solo paulistano.
A capital paulista abriga hoje, segundo o IBGE, cerca de 1,7 milhão de nordestinos, mais de um terço de todos os imigrantes da região nordeste que moram no estado de São Paulo. Criado em 2009, o Dia do Nordestino relembra o nascimento de Patativa do Assaré, poeta popular, compositor e cantor cearense, e presta homenagem a todos os nordestinos que tanto enriquecem a diversidade de nosso país.
| Dona Jo, copeira da CEAGESP há 17 anos |
Entre as tantas famílias que embarcaram nesta viagem estava a da alagoana Joselice dos Santos Gomes. Dona Jo, como é conhecida na CEAGESP, chegou ainda moça em São Paulo - nove meses após o casamento, ela e o marido vieram para a capital paulista em busca de sorte. Chegaram há 40 anos, e desde então dona Jo só voltou duas vezes para visitar a litorânea Coruripe, sua terra natal.
Dona Jo, que há 17 anos trabalha como copeira na CEAGESP, acabou se acostumando com a rotina da capital. “Lá, a gente trabalha no que é da gente né, na roça... Aqui a gente cumpre horário, é outra coisa”, reflete. Ainda assim, não pretende trocar a agitação paulistana pelo sossego do litoral alagoano.
Alguns anos mais tarde, Antônio Firmino Rodrigues, piauiense da região de Picos, também colocou São Paulo na trilha de seu destino. Recém-chegado à capital paulista, trabalhou durante cinco meses como servente de pedreiro até ingressar na CEAGESP, em dezembro de 1982, onde trabalha desde então.
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| Pontal do Coruripe - AL/ Foto: Tissiana Sousa/ Flickr |
Toninho, como é chamado por aqui, mantém hoje uma banca de produtos nordestinos dentro do Sindicato dos Carregadores, procurada principalmente por conterrâneos em busca dos sabores de casa. Tal como dona Jo, Toninho encontrou na CEAGESP um cantinho do nordeste no solo paulistano.
A capital paulista abriga hoje, segundo o IBGE, cerca de 1,7 milhão de nordestinos, mais de um terço de todos os imigrantes da região nordeste que moram no estado de São Paulo. Criado em 2009, o Dia do Nordestino relembra o nascimento de Patativa do Assaré, poeta popular, compositor e cantor cearense, e presta homenagem a todos os nordestinos que tanto enriquecem a diversidade de nosso país.

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