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Conheça os benefícios do alho chinês, o produto indicado da semana (6/2)



O alho já faz parte da nossa culinária há mito tempo, sendo utilizado tanto para preparar o tradicional arroz com feijão, como também como principal tempero de carnes, saladas e molhos. O seu cheiro e sabor característicos não só aguçam as papilas gustativas, como também agem como um agente bactericida natural e que auxiliam na digestão dos alimentos. 

Encontrado principalmente entre julho a dezembro, no ano de 2017 deram entrada cerca de 4.819 toneladas do produto no Entreposto Terminal São Paulo, onde no último dia 5/2 o alho chinês estava sendo comercializado a R$ 7,83/kg no atacado, enquanto o alho nacional estava com um preço médio de R$ 10,98/kg. Entre as razões pra esta diferença no preço está o custo de produção, que na China é mais barato que no Brasil, além do volume produzido: os chineses são campeões mundiais na produção de alho, perdendo apenas para a Coréia do Sul e Argentina. 

Existem no mercado dois tipos de alho chinês: o Super White, com aspecto bem branco, e o White, que apresenta pequenas faixas roxas ou rosas. Normalmente o bulbo do alho chinês é menor, de aroma mais leve, menor e tem um sabor mais fraco e adocicado. Já o alho brasileiro tem o bulbo mais grosso, aroma forte e sabor mais e ácido. Em termos de benefícios à saúde, os dois são excelentes, confira:

  • Contribui para a prevenção de doenças como a hipertensão arterial e a diabetes.
  • Diminui o risco de ataques cardíacos.
  • Ajuda a eliminar células cancerígenas.
  • Ajuda a manter os níveis de colesterol bom na corrente sanguínea.
  • Aumenta os níveis de gorduras saudáveis para o organismo.
  • Possui antioxidantes e flavonoides que combatem o envelhecimento.

Para quem não gosta muito do seu cheiro, recomenda-se consumi-lo com outras ervas aromáticas, como coentro, salsão ou cebolinha.

Apesar de tantos pontos positivos, o ideal é consumir com moderação, pois doses elevadas podem provocar cólicas, vômitos, dores de cabeça e de barriga, ou causar problemas em pessoas que sofram de gastrite e úlcera gástrica, que tenham a pressão arterial baixa e a glicemia baixa. Também deve ser evitado por quem toma medicamentos para a coagulação, e por quem vai passar por uma cirurgia. Deve ser evitado ainda em grandes quantidades durante a gravidez.

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